SOBRE NÓS
Quem Somos

 

AMOR E FÉ - Igreja das Nações

 

 

A Amor e Fé  nasceu no dia 10 de Maio de 1997, a partir da realização de uma célula, que tinha por finalidade encaminhar as pessoas para as igrejas da região.

 

 

 


Em que cremos

1. O PROPÓSITO DE DEUS

Afirmamos a nossa crença no único Deus eterno, Criador e Senhor do Mundo, Pai, Filho e Espírito Santo, que governa todas as coisas segundo o propósito da sua vontade. Ele tem chamado do mundo um povo para si, enviando-o novamente ao mundo como seus servos e testemunhas, para estender o seu reino, edificar o corpo de Cristo, e também para a glória do seu nome. Confessamos, envergonhados, que muitas vezes negamos o nosso chamado e falhamos em nossa missão, em razão de nos termos conformado ao mundo ou nos termos isolado demasiadamente. Contudo, regozijamo-nos com o fato de que, mesmo transportado em vasos de barro, o evangelho continua sendo um tesouro precioso. À tarefa de tornar esse tesouro conhecido, no poder do Espírito Santo, desejamos dedicar-nos novamente.


2. A AUTORIDADE E O PODER DA BÍBLIA

Afirmamos a inspiração divina, a veracidade e autoridade das Escrituras tanto do Velho como do Novo Testamento, em sua totalidade, como única Palavra de Deus escrita, sem erro em tudo o que ela afirma, e a única regra infalível de fé e prática. Também afirmamos o poder da Palavra de Deus para cumprir o seu propósito de salvação. A mensagem da Bíblia destina-se a toda a humanidade, pois a revelação de Deus em Cristo e na Escritura é imutável. Através dela o Espírito Santo fala ainda hoje. Ele ilumina as mentes do povo de Deus em toda cultura, de modo a perceberem a sua verdade, de maneira sempre nova, com os próprios olhos, e assim revela a toda a igreja uma porção cada vez maior da multiforme sabedoria de Deus.


3. A UNICIDADE E A UNIVERSALIDADE DE CRISTO

Afirmamos que há um só Salvador e um só evangelho, embora exista uma ampla variedade de maneiras de se realizar a obra de evangelização. Reconhecemos que todos os homens têm algum conhecimento de Deus através da revelação geral de Deus na natureza. Mas negamos que tal conhecimento possa salvar, pois os homens, por sua injustiça, suprimem a verdade. Também rejeitamos, como depreciativo de Cristo e do evangelho, todo e qualquer tipo de sincretismo ou de diálogo cujo pressuposto seja o de que Cristo fala igualmente através de todas as religiões e ideologias. Jesus Cristo, sendo ele próprio o único Deus-homem, que se deu uma só vez em resgate pelos pecadores, é o único mediador entre Deus e o homem. Não existe nenhum outro nome pelo qual importa que sejamos salvos. Todos os homens estão perecendo por causa do pecado, mas Deus ama todos os homens, desejando que nenhum pereça, mas que todos se arrependam. Entretanto, os que rejeitam Cristo repudiam o gozo da salvação e condenam-se à separação eterna de Deus. Proclamar Jesus como \"o Salvador do mundo\" não é afirmar que todos os homens, automaticamente, ou ao final de tudo, serão salvos; e muito menos que todas as religiões ofereçam salvação em Cristo. Trata-se antes de proclamar o amor de Deus por um mundo de pecadores e convidar todos os homens a se entregarem a ele como Salvador e Senhor no sincero compromisso pessoal de arrependimento e fé. Jesus Cristo foi exaltado sobre todo e qualquer nome. Anelamos pelo dia em que todo joelho se dobrará diante dele e toda língua o confessará como Senhor.


4. A NATUREZA DA EVANGELIZAÇÃO

Evangelizar é difundir as boas novas de que Jesus Cristo morreu por nossos pecados e ressuscitou segundo as Escrituras, e de que, como Senhor e Rei, ele agora oferece o perdão dos pecados e o dom libertador do Espírito a todos os que se arrependem e crêem. A nossa presença cristã no mundo é indispensável à evangelização, e o mesmo se dá com aquele tipo de diálogo cujo propósito é ouvir com sensibilidade, a fim de compreender. Mas a evangelização propriamente dita é a proclamação do Cristo bíblico e histórico como Salvador e Senhor, com o intuito de persuadir as pessoas a vir a ele pessoalmente e, assim, se reconciliarem com Deus. Ao fazermos o convite do evangelho, não temos o direito de esconder o custo do discipulado. Jesus ainda convida todos os que queiram segui-lo e negarem-se a si mesmos, tomarem a cruz e identificarem-se com a sua nova comunidade. Os resultados da evangelização incluem a obediência a Cristo, o ingresso em sua igreja e um serviço responsável no mundo.


5. A RESPONSABILIDADE SOCIAL CRISTÃ

Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens. Portanto, devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação em toda a sociedade humana, e pela libertação dos homens de todo tipo de opressão. Porque a humanidade foi feita à imagem de Deus, toda pessoa, sem distinção de raça, religião, cor, cultura, classe social, sexo ou idade possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e servida, e não explorada. Aqui também nos arrependemos de nossa negligência e de termos algumas vezes considerado a evangelização e a atividade social mutuamente exclusivas. Embora a reconciliação com o homem não seja reconciliação com Deus, nem a ação social evangelização, nem a libertação política salvação, afirmamos que a evangelização e o envolvimento sócio-político são ambos parte do nosso dever cristão. Pois ambos são necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de Deus e do homem, de nosso amor por nosso próximo e de nossa obediência a Jesus Cristo. A mensagem da salvação implica também uma mensagem de juízo sobre toda forma de alienação, de opressão e de discriminação, e não devemos ter medo de denunciar o mal e a injustiça onde quer que existam. Quando as pessoas recebem Cristo, nascem de novo em seu reino e devem procurar não só evidenciar mas também divulgar a retidão do reino em meio a um mundo injusto. A salvação que alegamos possuir deve estar nos transformando na totalidade de nossas responsabilidades pessoais e sociais. A fé sem obras é morta.


6. A IGREJA E A EVANGELIZAÇÃO

Afirmamos que Cristo envia o seu povo redimido ao mundo assim como o Pai o enviou, e que isso requer uma penetração de igual modo profunda e sacrificial. Precisamos deixar os nossos guetos eclesiásticos e penetrar na sociedade não-cristã. Na missão de serviço sacrificial da igreja a evangelização é primordial. A evangelização mundial requer que a igreja inteira leve o evangelho integral ao mundo todo. A igreja ocupa o ponto central do propósito divino para com o mundo, e é o agente que ele promoveu para difundir o evangelho. Mas uma igreja que pregue a Cruz deve, ela própria, ser marcada pela Cruz. Ela torna-se uma pedra de tropeço para a evangelização quando trai o evangelho ou quando lhe falta uma fé viva em Deus, um amor genuíno pelas pessoas, ou uma honestidade escrupulosa em todas as coisas, inclusive em promoção e finanças. A igreja é antes a comunidade do povo de Deus do que uma instituição, e não pode ser identificada com qualquer cultura em particular, nem com qualquer sistema social ou político, nem com ideologias humanas.


7. COOPERAÇÃO NA EVANGELIZAÇÃO

Afirmamos que é propósito de Deus haver na igreja uma unidade visível de pensamento quanto à verdade. A evangelização também nos convoca à unidade, porque o ser um só corpo reforça o nosso testemunho, assim como a nossa desunião enfraquece o nosso evangelho de reconciliação. Reconhecemos, entretanto, que a unidade organizacional pode tomar muitas formas e não ativa necessariamente a evangelização. Contudo, nós, que partilhamos a mesma fé bíblica, devemos estar intimamente unidos na comunhão uns com os outros, nas obras e no testemunho. Confessamos que o nosso testemunho, algumas vezes, tem sido manchado por pecaminoso individualismo e desnecessária duplicação de esforço. Empenhamo-nos por encontrar uma unidade mais profunda na verdade, na adoração, na santidade e na missão. Instamos para que se apresse o desenvolvimento de uma cooperação regional e funcional para maior amplitude da missão da igreja, para o planejamento estratégico, para o encorajamento mútuo, e para o compartilhamento de recursos e de experiências.


8. ESFORÇO CONJUGADO DE IGREJAS NA EVANGELIZAÇÃO

Regozijamo-nos com o alvorecer de uma nova era missionária. O papel dominante das missões ocidentais está desaparecendo rapidamente. Deus está levantando das igrejas mais jovens um grande e novo recurso para a evangelização mundial, demonstrando assim que a responsabilidade de evangelizar pertence a todo o corpo de Cristo. Todas as igrejas, portando, devem perguntar a Deus, e a si próprias, o que deveriam estar fazendo tanto para alcançar suas próprias áreas como para enviar missionários a outras partes do mundo. Deve ser permanente o processo de reavaliação da nossa responsabilidade e atuação missionária. Assim, haverá um crescente esforço conjugado pelas igrejas, o que revelará com maior clareza o caráter universal da igreja de Cristo. Também agradecemos a Deus pela existência de instituições que laboram na tradução da Bíblia, na educação teológica, no uso dos meios de comunicação de massa, na literatura cristã, na evangelização, em missões, no avivamento de igrejas e em outros campos especializados. Elas também devem empenhar-se em constante auto-exame que as levem a uma avaliação correta de sua eficácia como parte da missão da igreja.


9. URGÊNCIA DA TAREFA EVANGELÍSTICA

Mais de dois bilhões e setecentos milhões de pessoas, ou seja, mais de dois terços da humanidade, ainda estão por serem evangelizadas. Causa-nos vergonha ver tanta gente esquecida; continua sendo uma reprimenda para nós e para toda a igreja. Existe agora, entretanto, em muitas partes do mundo, uma receptividade sem precedentes ao Senhor Jesus Cristo. Estamos convencidos de que esta é a ocasião para que as igrejas e as instituições para-eclesiásticas orem com seriedade pela salvação dos não-alcançados e se lancem em novos esforços para realizarem a evangelização mundial. A redução de missionários estrangeiros e de dinheiro num país evangelizado algumas vezes talvez seja necessária para facilitar o crescimento da igreja nacional em autonomia, e para liberar recursos para áreas ainda não evangelizadas. Deve haver um fluxo cada vez mais livre de missionários entre os seis continentes num espírito de abnegação e prontidão em servir. O alvo deve ser o de conseguir por todos os meios possíveis e no menor espaço de tempo, que toda pessoa tenha a oportunidade de ouvir, de compreender e de receber as boas novas. Não podemos esperar atingir esse alvo sem sacrifício. Todos nós estamos chocados com a pobreza de milhões de pessoas, e conturbados pelas injustiças que a provocam. Aqueles dentre nós que vivem em meio à opulência aceitam como obrigação sua desenvolver um estilo de vida simples a fim de contribuir mais generosamente tanto para aliviar os necessitados como para a evangelização deles.


10. EVANGELIZAÇÃO E CULTURA

O desenvolvimento de estratégias para a evangelização mundial requer metodologia nova e criativa. Com a bênção de Deus, o resultado será o surgimento de igrejas profundamente enraizadas em Cristo e estreitamente relacionadas com a cultura local. A cultura deve sempre ser julgada e provada pelas Escrituras. Porque o homem é criatura de Deus, parte de sua cultura é rica em beleza e em bondade; porque ele experimentou a queda, toda a sua cultura está manchada pelo pecado, e parte dela é demoníaca. O evangelho não pressupõe a superioridade de uma cultura sobre a outra, mas avalia todas elas segundo o seu próprio critério de verdade e justiça, e insiste na aceitação de valores morais absolutos, em todas as culturas. As missões, muitas vezes têm exportado, juntamente com o evangelho, uma cultura estranha, e as igrejas, por vezes, têm ficado submissas aos ditames de uma determinada cultura, em vez de às Escrituras. Os evangelistas de Cristo têm de, humildemente, procurar esvaziar-se de tudo, exceto de sua autenticidade pessoal, a fim de se tornarem servos dos outros, e as igrejas têm de procurar transformar e enriquecer a cultura; tudo para a glória de Deus.


11. EDUCAÇÃO E LIDERANÇA

Confessamos que às vezes temos nos empenhado em conseguir o crescimento numérico da igreja em detrimento do espiritual, divorciando a evangelização da edificação dos crentes. Também reconhecemos que algumas de nossas missões têm sido muito remissas em treinar e incentivar líderes nacionais a assumirem suas justas responsabilidades. Contudo, apoiamos integralmente os princípios que regem a formação de uma igreja de fato nacional, e ardentemente desejamos que toda a igreja tenha líderes nacionais que manifestem um estilo cristão de liderança não em termos de domínio, mas de serviço. Reconhecemos que há uma grande necessidade de desenvolver a educação teológica, especialmente para líderes eclesiáticos. Em toda nação e em toda cultura deve haver um eficiente programa de treinamento para pastores e leigos em doutrina, em discipulado, em evangelização, em edificação e em serviço. Este treinamento não deve depender de uma metodologia estereotipada, mas deve se desenvolver a partir de iniciativas locais criativas, de acordo com os padrões bíblicos.


12. CONFLITO ESPIRITUAL

Cremos que estamos empenhados num permanente conflito espiritual com os principados e postestades do mal, que querem destruir a igreja e frustrar sua tarefa de evangelização mundial. Sabemos da necessidade de nos revestirmos da armadura de Deus e combater esta batalha com as armas espirituais da verdade e da oração. Pois percebemos a atividade no nosso inimigo, não somente nas falsas ideologias fora da igreja, mas também dentro dela em falsos evangelhos que torcem as Escrituras e colocam o homem no lugar de Deus. Precisamos tanto de vigilância como de discernimento para salvaguardar o evangelho bíblico. Reconhecemos que nós mesmos não somos imunes ao perigo de capitularmos ao secularismo. Por exemplo, embora tendo à nossa disposição pesquisas bem preparadas, valiosas, sobre o crescimento da igreja, tanto no sentido numérico como espiritual, às vezes não as temos utilizado. Por outro lado, por vezes tem acontecido que, na ânsia de conseguir resultados para o evangelho, temos comprometido a nossa mensagem, temos manipulado os nossos ouvintes com técnicas de pressão, e temos estado excessivamente preocupados com as estatísticas, e até mesmo utilizando-as de forma desonesta. A igreja tem que estar no mundo; o mundo não tem que estar na igreja.


13. LIBERDADE E PERSEGUIÇÃO

É dever de toda nação, dever que foi estabelecido por Deus, assegurar condições de paz, de justiça e de liberdade em que a igreja possa obedecer a Deus, servir a Cristo Senhor e pregar o evangelho sem impedimentos. Portanto, oramos pelos líderes das nações e com eles instamos para que garantam a liberdade de pensamento e de consciência, e a liberdade de praticar e propagar a religião, de acordo com a vontade de Deus, e com o que vem expresso na Declaração Universal do Direitos Humanos. Também expressamos nossa profunda preocupação com todos os que foram injustamente encarcerados, especialmente com nossos irmãos que estão sofrendo por causa do seu testemunho do Senhor Jesus. Prometemos orar e trabalhar pela libertação deles. Ao mesmo tempo, recusamo-nos a ser intimidados por sua situação. Com a ajuda de Deus, nós também procuraremos nos opor a toda injustiça e permanecer fiéis ao evangelho, seja a que custo for. Não nos esqueçamos de que Jesus nos preveniu de que a perseguição é inevitável.


14. O PODER DO ESPÍRITO SANTO

Cremos no poder do Espírito Santo. O pai enviou o seu Espírito para dar testemunho do seu Filho. Sem o testemunho dele o nosso seria em vão. Convicção de pecado, fé em Cristo, novo nascimento cristão, é tudo obra dele. De mais a mais, o Espírito Santo é um Espírito missionário, de maneira que a evangelização deve surgir espontaneamente numa igreja cheia do Espírito. A igreja que não é missionária contradiz a si mesma e debela o Espírito. A evangelização mundial só se tornará realidade quando o Espírito renovar a igreja na verdade, na sabedoria, na fé, na santidade, no amor e no poder. Portanto, instamos com todos os cristãos para que orem pedindo pela visita do soberano Espírito de Deus, a fim de que o seu fruto todo apareça em todo o seu povo, e que todos os seus dons enriqueçam o corpo de Cristo. Só então a igreja inteira se tornará um instrumento adequado em Suas mãos, para que toda a terra ouça a Sua voz.


15. O RETORNO DE CRISTO

Cremos que Jesus Cristo voltará pessoal e visivelmente, em poder e glória, para consumar a salvação e o juízo. Esta promessa de sua vinda é um estímulo ainda maior à evangelização, pois lembramo-nos de que ele disse que o evangelho deve ser primeiramente pregado a todas as nações. Acreditamos que o período que vai desde a ascensão de Cristo até o seu retorno será preenchido com a missão do povo de Deus, que não pode parar esta obra antes do Fim. Também nos lembramos da sua advertência de que falsos cristos e falsos profetas apareceriam como precursores do Anticristo. Portanto, rejeitamos como sendo apenas um sonho da vaidade humana a idéia de que o homem possa algum dia construir uma utopia na terra. A nossa confiança cristã é a de que Deus aperfeiçoará o seu reino, e aguardamos ansiosamente esse dia, e o novo céu e a nova terra em que a justiça habitará e Deus reinará para sempre. Enquanto isso, rededicamo-nos ao serviço de Cristo e dos homens em alegre submissão à sua autoridade sobre a totalidade de nossas vidas.


CONCLUSÃO

Portanto, à luz desta nossa fé e resolução, firmamos um pacto solene com Deus, bem como uns com os outros, de orar, planejar e trabalhar juntos pela evangelização de todo o mundo. Instamos com outros para que se juntem a nós. Que Deus nos ajude por sua graça e para a sua glória a sermos fiéis a este Pacto! Amém. Aleluia!


Unção Apostólica Profética

AMOR E FÉ - IGREJA DAS NAÇÕES: 

UNÇÃO APOSTÓLICA - Plantando Igrejas nas Nações

 

 


MISSÃO DESPERTAR:

UNÇÃO PROFÉTICA - Adornando a Noiva para as Bodas do Cordeiro

 

MISSÃO DESPERTAR

MISSÃO DESPERTAR


Breve Histórico


A Missão Despertar nasceu em 02 de outubro de 2009, com a realização do primeiro Congresso do Despertar Profético, onde participantes de diversas igrejas locais estiveram presentes. A partir daí outros congressos foram realizados em diversas localidades do Brasil, o que culminou na mudança de estratégia para os Seminários de Escatologia, dada a carência de conhecimento do assunto por parte do Corpo de Cristo. Além disso, o sucesso na realização da Conferência Profética Desperta Noiva e dos PDI's de janeiro e julho de 2010, consolidaram a visão de edificar os participantes com mais conteúdo bíblico acerca da iminente volta do Senhor Jesus Cristo. Atualmente, a Missão Despertar atua junto às igrejas locais na proclamação da mensagem de que “Cristo vem já!” através de seus diversos eventos.

A Missão Despertar é um ministério cristão, sem vínculo denominacional, com o objetivo de despertar a igreja cristã para a iminente volta de Jesus.



Nossa Visão


Ser um ministério de impacto mundial na proclamação da mensagem escatológica e no despertamento da igreja cristã para os fundamentos do evangelho de Jesus Cristo e discernimento do tempo profético que estamos vivendo.



Nossa Missão


Apoiar as igrejas locais na edificação do corpo de Cristo no que diz respeito à mensagem escatológica.



Nossa Estratégia


Realizar eventos de caráter instrutivo e de edificação com ênfase na mensagem escatológica, tais como:

Seminários de Escatologia: eventos de um final de semana na igreja local, conforme agenda estabelecida com as igrejas;


PDI – Projeto Desperta Igreja: curso intensivo de quinze dias em janeiro e julho de cada ano na sede da Missão Despertar;


Conferência Profética Desperta Noiva: evento de unidade, adoração e ministração da Palavra de Deus, sempre no feriado da páscoa;


PDJovem: Acampamento de jovens no período de feriado do carnaval.


PDL – Projeto Desperta Líderes: congresso de três dias direcionado a pastores e líderes em Santa Cruz Cabrália / BA, sempre no segundo semestre de cada ano;


Escola de Missões Despertar: Formação de obreiros vocacionados para trabalharem na implantação do Reino de Deus, com ênfase em caráter e liderança cristã. Duração de doze meses a partir de fevereiro de cada ano;


Projetos Missionários: Apoiar projetos missionários estabelecidos por outras agências missionárias ou seus próprios para evangelização das nações e preparação para a volta do Senhor, quando o evangelho do Reino será anunciado em toda terra;


Reuniões de Pastores e Líderes: Cobertura e discipulado de pastores e líderes com reuniões semanais na sede da Missão Despertar em Belo Horizonte / MG.

Estatuto Missão Despertar

Termo de Aliança Ministerial estabelecido entre MISSÃO DESPERTAR e IGREJA ALIANÇADA (dados seguem no final deste documento) com o propósito de firmar, diante de Deus e dos homens, um pacto ministerial em favor da expansão do Reino de Deus em toda terra.

 

 

 

 


VISÃO DA MISSÃO DESPERTAR:


1. UNIDADE - Promover a unidade do corpo de Cristo;


2. SANTIDADE - Preparar e despertar a igreja para a volta de Jesus;


3. PASTOREAMENTO - Prestar Cobertura Espiritual a pastores e líderes;


4. EDIFICAÇÃO - Formar e aperfeiçoar missionários, pastores e líderes;


5. MISSÕES - Promover o Reino de Deus através da plantação de igrejas e evangelismo mundial;


6. ADORAÇÃO - Implantar torres de oração, adoração e pregação da palavra;


7. SERVIÇO - Servir os órfãos, viúvas e necessitados – atos de justiça.

 


Este Termo consta de direitos e deveres de ambas as partes visando um relacionamento saudável, transparente e em amor, conforme as escrituras sagradas.

 

 


IGREJA ALIANÇADA – DIREITOS


8. Receber cobertura pastoral e ministerial, sempre que solicitado;


9. Participar dos eventos promovidos pela Missão Despertar;


10. Participar das viagens missionárias promovidas pela Missão Despertar;


11. Receber apoio pastoral na substituição do pastor presidente, em caso de ausência temporária, quando solicitado e conforme disponibilidade da agenda;


12. Solicitar o apoio de obreiros na realização dos eventos locais;


13. Enviar pessoas vocacionadas para Escola de Missões Despertar (recomenda-se enviar pelo menos uma pessoa por ano para a Escola de Missões Despertar, que será mantido financeiramente pela igreja aliançada)


 


IGREJA ALIANÇADA – DEVERES


14. Comunicar todas as ocorrências ministeriais com a cobertura (boas ou ruins);


15. Participar da reunião semanal de pastores e líderes:


16. Fisicamente, para os pastores próximos à região metropolitana de Belo Horizonte;


17. Pela internet, para os pastores localizados fora desta região;


18. Enviar, por e-mail, semanalmente (até terça-feira) o relatório pastoral contendo:


19. Vida pessoal (lutas, pressões, vitórias e projetos pessoais);


20. Vida familiar (casamento, filhos, finanças, projetos familiares);


21. Vida ministerial (lutas, situação com líderes, vitórias, projetos e eventos do ministério, situação da torre de oração);


22. Contribuir mensalmente com o orfanato com valor mínimo de R$ 100,00;


23. Contribuir mensalmente com 10% do valor total da arrecadação da igreja, até o dia 05 do mês subseqüente, destinado ao Fundo Apostólico;


24. Enviar pessoas para participar de todos os eventos fixos anuais da Missão Despertar:


25. PDI – Projeto Desperta Igreja (Janeiro e Julho);


26. PDL – Projeto Desperta Líderes (Segundo semestre);


27. Conferência Profética Desperta Noiva (Feriado da Páscoa);


28. Acampamento Desperta Jovem (Feriado de Carnaval);


29. Implantar torres de oração e adoração do Ministério Gideões 24h diante do Senhor;


30. Orar continuamente por esta aliança e igrejas aliançadas.

 

 


MISSÃO DESPERTAR – DIREITOS


31. Promover eventos com as igrejas aliançadas e respectivos pastores;


32. Convocar os pastores para os eventos e reuniões de interesse da Missão Despertar do Corpo de Cristo;


33. Recolher a contribuição mensal de 10% do valor das entradas, destinada ao Fundo Apostólico;


34. Solicitar contribuições esporádicas para cobrir necessidades eventuais dos pastores, missionários e igrejas aliançadas;


35. Exortar e disciplinar os pastores e líderes das igrejas aliançadas em caso de ocorrência de descumprimento deste termo ou comportamento contrário aos princípios do Reino de Deus (pecado);


36. Desligar igrejas aliançadas que não participam das reuniões semanais de pastores e líderes, eventos fixos anuais, e não contribuírem regularmente para o Fundo Apostólico;


37. Indicar pastores para os eventos das igrejas locais, quando solicitado.


 


MISSÃO DESPERTAR – DEVERES


38. Prestar cobertura espiritual aos pastores e líderes das igrejas aliançadas;


39. Atender as solicitações ministeriais das igrejas aliançadas, quando solicitado e conforme disponibilidade da agenda dos pastores;


40. Indicar a substituição temporária de pastores, conforme a solicitação do pastor presidente da igreja aliançada;


41. Socorrer os pastores presidentes das igrejas aliançadas em caso de necessidades financeiras, emocionais e espirituais;


42. Apoiar a formação de líderes e edificação da igreja aliançada, quando solicitado;


43. Apoiar na implantação de novas igrejas, quando solicitado;


44. Apoiar os eventos das igrejas locais, quando solicitado.

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